Páginas

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Pe. Márcio Henrique é escolhido novo Administrador Diocesano de Campina Grande

A Diocese de Campina Grande anuncia, na tarde desta terça-feira dia 28 de fevereiro, o seu novo Administrador Diocesano. Pe. Márcio Henrique Mendes Fernandes foi escolhido na manhã desta terça na reunião do Colégio de Consultores. O Padre assume as atividades administrativas até o anúncio e posse do novo Bispo para Diocese de Campina Grande.
Leia a carta de Pe. Márcio Henrique,novo Administrador Diocesano:
Estimados presbíteros, diáconos, religiosos e religiosas,
seminaristas e todo o Povo de Deus
de nossa amada Igreja Diocesana de Campina Grande
Valho-me da presente para cumprimentar-vos e ao mesmo tempo comunicar a todos que, hoje, 28/02/2012, às 9h, ocorreu uma reunião do Colégio de Consultores da Diocese de Campina Grande, com o objetivo de escolher o Administrador Diocesano para continuar conduzindo esta Diocese, enquanto estiver vacante, aguardando a nomeação do novo Bispo.
A vacância da Diocese se deu pela transferência de Dom Jaime Vieira Rocha para ser Arcebispo da Arquidiocese de Natal, Rio Grande do Norte. Daí que, o Colégio de Consultores em clima de oração e reflexão, escolheu-me para essa função de Administrador Diocesano que, em comunhão com o referido Colégio, tem a tarefa de preparar a Diocese para acolher aquele que será eleito Bispo desta Igreja Particular.
Acolhi esta missão com sentimentos de humildade, co-responsabilidade e confiança na força de Deus para continuar os trabalhos que já vinham sendo realizados, sobretudo, pastoralmente. Em respeito a minha vocação sacerdotal, ponho-me na inteira disposição de Deus e da Igreja para corresponder com este ofício a mim confiado, trabalhando para que cresça a comunhão entre nós e que não haja nenhuma interrupção em nossa caminhada pastoral.
Deste modo, desejo contar nesta administração com o apoio, não só dos meus irmãos no presbitério, mas também dos religiosos, religiosas, agentes de pastoral e todo povo de Deus.
Como Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, nos unamos em oração invocando o Espírito Santo para que nos envie outro Bispo-Pastor. E, que a Imaculada Conceição, nossa padroeira, interceda ricas bênçãos de Deus sobre cada um de nós.
Campina Grande, 28 de fevereiro de 2012
Pe. Márcio Henrique Mendes Fernandes
Administrador Diocesano
Pascom Diocesana

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Piso nacional do magistério de 2012 é definido em R$ 1.451


O Ministério da Educação (MEC) definiu em R$ 1.451 o valor do piso nacional do magistério para 2012, um aumento de 22,22% em relação a 2011. Conforme determina a lei que criou o piso, o reajuste foi calculado com base no crescimento do valor mínimo por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) no mesmo período.

A Lei do Piso determina que nenhum professor pode receber menos do que o valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais. Questionada na Justiça por governadores, a legislação foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado.

Entes federados argumentam que não têm recursos para pagar o valor estipulado pela lei. O dispositivo prevê que a União complemente o pagamento nesses casos, mas, desde 2008, nenhum estado ou município recebeu os recursos porque, segundo o MEC, não conseguiu comprovar a falta de verbas para esse fim.

Em 2011, o piso foi R$1.187 e em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o piso era R$ 950. Alguns governos estaduais e municipais criticam o critério de reajuste e defendem que o valor deveria ser corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), como ocorre com outras carreiras.

Na Câmara dos Deputados, tramita um projeto de lei que pretende alterar o parâmetro de correção do piso para a variação da inflação. A proposta não prosperou no Senado, mas na Câmara recebeu parecer positivo da Comissão de Finanças e Tributação. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) prepara uma paralisação nacional dos professores para os dias 14,15 e 16 de março com o objetivo de cobrar o cumprimento da Lei do Piso.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Reflexão sobre a vida


A vida tem um valor altíssimo aos olhos de Deus. Esta é consequência de um profundo transbordamento de Seu amor divino, quantas e quantas vezes o Senhor nos quer demonstrar isso e não damos a devida importância?!
 Às vezes a dor nos toca e consequentemente toca à nossa vida e começamos a perceber o quanto ela nos é cara e importante, é verdade que há momentos de nossa história que parece não valer muito à pena vive ou relembrá-los, mas estes são sempre passageiros, na verdade: todos os momentos vividos, tudo nesta vida é passageiro inclusive ela mesma, mas é por isso que devemos viver cada instante como se fosse o último, o único.
Contudo, a vida é um dom, seja ela sempre alegre ou com momentos difíceis, de dor e sofrimentos. É dom porque é gratuita, não pagamos por ela, e por isso mesmo não nos pertence, somos seus guardiões, assim temos por direito e dever cultivá-la e honrá-la sempre, mas também por este motivo não podermos nos preocupar tanto com sua condição, pensando sempre que poremos perdê-la à qualquer instante ou que um dia envelheceremos e dependeremos de outras pessoas e por fim morreremos. Ora, mas se acreditamos em um Deus que nos criou por amor e quer que sejamos felizes, mesmo nos momentos de aflição e provação, porque Este Deus nos abandonaria em tais momentos?
O Senhor não nos abandona, mesmo quando parece que tudo está ruindo sobre nossas frágeis cabeças, ao contrário, Ele está sofrendo conosco, mostrando para nós que não estamos sozinhos nesta luta pela vida. Ele também nos faz refletir que não somos donos nem senhores absolutos de tudo que existe no Mundo, mas é Seu poder que sustenta todo o Universo, portanto também a nós. E não vejamos como sendo um castigo o sofrimento que por ventura passamos, pois é mais coerente pensarmos que seja uma consequência natural de nossa condição humana, a não ser que colhamos o que tantas vezes plantamos, todavia, sempre temos uma chance para reparar nossos atos, por menor que essa seja. “Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão.” (I Timóteo 6,11).
Já ouvi muita gente dizer que ser feliz ou ter uma “vida boa”, é está sempre alegre, com dinheiro, fama e prestígio perante o Mundo. Mas penso que estas coisas são apenas parte daquilo que poderia ser a felicidade, no entanto, não é a total felicidade, porque o complemento desta é muito mais consistente e independente das coisas deste Mundo: é uma certeza inquebrantável de ser amado (a) por Deus, é acreditar que mesmo depois de tudo o que vivemos e cultivamos nesta vida teremos algo incomparavelmente belo na eternidade e é saber que ela é um estado de espirito e não um sentimento passageiro de contentamento, portanto, poder-se, sim, ser feliz mesmo quando se passa por um instante de dor, de ausência de algo ou alguém que amamos. “Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração” (Rm 12,12).
Como toda criatura, feita pelas mãos do Criador Supremo, necessitamos de um bom cultivo, de sermos adubados, regados e podados, porque sem a poda a planta cresce desordenadamente e não fica tão bonita, não dar muitos frutos, sendo podada, porém, ela tem uma estética bela e saudável, cresce mais frondosa e seus frutos são abundantes e sadios, porém nesse caso haverá momentos de dor ao sermos podados. Mas quando estivermos passando pela prova do Jardineiro da Vida que é Deus, peçamos a graça de suportarmos com amor, esperança e fé, porque estas virtudes sustentam a alma humana e não nos deixam desistir de viver, e quando tudo passar veremos que valeu à pena e que crescemos muito, aprendemos a ser mais resistente, fortes após cada batalha travada e vencida com o auxílio do Senhor. É certo que muitas mudas retiradas da árvore de nossa existência são plantadas e crescem tornando-se novas plantas do jardim da Vida, por causa de nosso testemunho.
Tenhamos, então, paciência conosco mesmos, com o Mundo e com aqueles que nos cercam, sejamos perseverantes perante as provações que passamos, mesmo quando nos causam momentos de desolação. Acredite: sempre brilha uma luz no horizonte e devemos fixar nosso olhar nela, assim a escuridão não se torna total e quando vamos prosseguindo a caminhada esta luz brilha mais forte dissipando por completo as trevas que nos amedrontavam. Claro, essa Luz é a fonte da Vida: Jesus Cristo! “A paciência move a bondade e a piedade divinas - Como sabeis, temos por bem-aventurados os que perseveraram. Ouvistes da paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu. O Senhor é cheio de misericórdia e compaixão.” (Tg 5,11). 
Por fim, queridos fieis da Paróquia de Nossa Senhora do Bom Conselho e todo o povo de Deus espalhado pelo Planeta, desejo a paz de Jesus aos seus corações, que mesmo diante das adversidades da vida vocês encontrem abrigo seguro, e podem contar com minhas orações de amigo, sacerdote e conterrâneo, pois a oração tem poder de transformar todas as situações. Sejam felizes sob a proteção do Altíssimo.
Deus os abençoe: em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo!
Fraternalmente em Cristo Jesus, seu vigário:
Pe. Antoniel Batista

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A cidade de Esperança está incluída nos destinos da Copa 2014.


Foto:Secom - PME

Dez municípios paraibanos estão incluídos entre os destinos turísticos da Copa do Mundo de 2014, apontados no estudo divulgado ontem pelo Ministério de Turismo. Eles entraram na lista por estarem distantes até três horas por via terrestre ou até duas horas por via aérea da cidade sede de Recife. Na rota dos que buscam sol, praia e esporte, na lista consta João Pessoa, Cabedelo, Lucena e Conde. Já na rota Cultural do Ministério do Turismo, as cidades indicadas foram Campina Grande, Ingá, Esperança, Pocinhos, Bananeiras e Guarabira.

De acordo com o ministério, o objetivo é incentivar o visitante a conhecer os atrativos localizados no entorno das sedes, aumentando o fluxo turístico, a distribuição de renda e a geração de emprego. No total, foram indicados 184 destinos em 21 estados. "Nossos estudos indicam que cada estrangeiro realizará uma média de três viagens pelo Brasil durante o mês da Copa do Mundo. Traçamos uma estratégia para intensificar o fluxo de deslocamentos, beneficiando o maior número de municípios e distribuindo melhor a geração de emprego e renda", antecipa o ministro do Turismo, Gastão Vieira, através de sua assessoria de comunicação.

O ministério estima que 600 mil estrangeiros e três milhões de brasileiros deverão circular pelo Brasil no mês da Copa, totalizando 7,8 milhões de viagens domésticas no período. O estudo começou há três meses, quando técnicos do Ministério do Turismo e do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) promoveram uma oficina de trabalho para definir a matriz de seleção dos destinos e produtos.
“Vamos ampliar o ganho do Brasil com o megaevento de 2014.

Queremos receber bem os turistas, apresentar nossos atrativos turísticos e incentivá-los a voltar ao País o mais brevemente possível", revelou Gastão Vieira.

Dos 88 municípios selecionados, 72 localizam-se num raio de 300 quilômetros das cidades-sede. Na Paraíba. a rota de Sol, Praia e Esporte está distante apenas 118 quilômetros de Recife (PE) e a Rota Cultural há 182 quilômetros da cidade-sede.

Os municípios selecionados, segundo o ministério, terão preferência na destinação de recursos e no destaque da promoção oficial. O investimento em campanhas e convênios para a promoção dos destinos turísticos deve ser neste ano próximo de R$ 151 milhões, mesmo valor investido em 2011.
Para a promoção internacional do turismo brasileiro, a expectativa é a de que a Embratur disponha de R$ 139 milhões, mesmo valor de 2010.


Fonte:JornaldaParaíba
http://jornaldaparaiba.com.br/noticia/73938_paraiba-tem-10-cidades-incluidas-nos-destinos-da-copa-2014

domingo, 8 de janeiro de 2012

Importância da educação para a humanidade


A Educação é o processo integral de formação humana, pois cada ser humano ao nascer, necessita receber uma nova condição para poder existir no mundo da cultura. Esse processo inclui a aquisição de produtos que fazem parte da herança civilizatória e que concorrem para que os limites da natureza sejam transpostos. Entre eles se colocam os conhecimentos racionais que promoveram o desenvolvimento científico e cultural da humanidade, e a consciência de que o ser humano é o próprio produtor das condições de reprodução de sua vida e das formas sociais de sua organização e devem ser orientadas pelos princípios da solidariedade, do reconhecimento do valor das individualidades, respeito às diferenças, e pela disciplina das vontades.
            Assim, podemos considerar que a educação é o cerne do desenvolvimento da pessoa humana e da sua vivência na sociedade. Nesse processo, o ser humano aprende os modelos vigentes na sociedade, que perpassam todas as instâncias da vida, como hábitos, costumes, crenças e valores. Segundo Libâneo (2003), a educação tem por objeto fazer do indivíduo um instrumento de felicidade, para si mesmo e para os seus semelhantes, porque a felicidade é coisa essencialmente subjetiva, que cada um aprecia a seu modo. Tal fórmula deixa, portanto, indeterminado o fim da educação, e por consequência à própria educação, que fica entregue ao arbítrio individual.
            O ser humano por não receber qualquer determinação por natureza pode construir o seu modo de vida tendo por base a liberdade da vontade, a autonomia para organizar os modos de existência e a responsabilidade pela direção de suas ações. Essa característica constitui o fundamento da formação do sujeito ético. Este deve ser o objetivo fundamental da Educação, ao qual deve ser submetida toda e qualquer prática educativa, aí incluídas as escolares. “O homem é a única criatura que precisa ser educada. Por educação entende-se o cuidado de sua infância (a conservação, o trato), a disciplina e a instrução com a formação”. [...] “O homem não pode tornar-se um verdadeiro homem senão pela educação. Ele é aquilo que a educação dele faz” (KANT, 1996, pp. 11 e 15).
                Na medida em que vai se tornando o mais legítimo espaço na sociedade moderna para realizar a educação das crianças e dos adolescentes, a educação terá de se transformar para recepcionar essa função que lhe caberá por injunção social: a de ser, não apenas o lugar da escolarização, mas, sobretudo o da formação humana e o da formação do sujeito ético. “A educação é então uma atividade, uma prática mediante a qual buscamos aprender a praticar essa subjetividade e encontrar aí as referências para a nossa vida, para as nossas ações que constituem de fato nossa existência real” (SEVERINO, 2002, p. 186).
            Entendemos que a educação escolar não pode limitar-se a mera transmissão de conteúdos. É preciso rever seu papel perante a sociedade de modo a resgatar a sua verdadeira função social: a humanização do ser humano, para isso, é necessário o conhecimento e a prática dos valores humanos inerentes ao homem, de modo a ajudar cada ser na busca pelo conforto interior.  Nessa perspectiva, o ser humano precisa da educação, pois é ela que o faz humano: a educação o forma; ela o constitui como humano. Kant ressalta a ideia de se dar uma forma conveniente ao humano: “É entusiasmante pensar que a natureza humana será sempre melhor desenvolvida e aprimorada pela educação e que é possível chegar a dar aquela forma que em verdade convém à humanidade” (1996, p. 17).
                Por fim, a educação promove a formação humana, a qual torna o homem humano.

REFERÊNCIAS

KANT, I. Sobre a pedagogia. Trad. Francisco Cock Fontanella. Piracicaba, SP: Editora Unimep, 1996.

LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, Adeus professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. 7ª ed. São Paulo: Cortez, 2003.

SEVERINO, A. J. A Filosofia da Educação no Brasil: esboço de uma trajetória. In: GHIRALDELLI Jr., Paulo (org.). O que é filosofia da educação? 3. Ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

Por Marilda Coelho da Silva