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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O poeta esperancense que Esperança pouco conhece



O livro Silvino Olavo do escritor Rau Ferreira, de recente publicação (2010), é uma leitura indispensável aos educadores, educandos e a população em geral de Esperança, pois trata-se de uma obra completa que enfatiza a vida e produções do esperancense Silvino Olavo, poeta que, apesar do recorte temporal datar especialmente o início do século XX, mas suas produções estavam além do seu tempo, levando-o a categoria de maior representante do Simbolismo na Paraíba.
            O escritor Rau Ferreira na referida obra traz informações preciosas sobre o Silvino Olavo, inicialmente apresenta o perfil biográfico do poeta, seguindo de inúmeros comentários acerca de suas produções literárias e jornalísticas, por fim nos brinda com poesias do poeta Silvino e de outros inspirados nele.
            Achei plausível a síntese cronológica da vida e carreira do poeta Silvino Olavo que o escritor Rau Ferreira apresenta no final da obra, pois nos proporciona uma retomada e ao mesmo tempo o fechamento dos fatos abordados no decorrer de toda a obra.
            Obrigada Rau pela produção!
                                                                                     Marilda Coelho

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Conhecendo o SOL por Rau Ferreira



 Após a leitura do livro Silvino Olavo (SOL), o qual tem por autor o escritor Rau Ferreira, sinto plena satisfação não apenas em ler uma obra literária tão grandiosa e rica, mas em conhecer um ilustre cidadão de nossa amada terra Esperança: poeta Silvino Olavo.
            O escritor Rau Ferreira nos proporciona através de sua obra uma viagem aos tempos remotos, em seu resgate da memória do poeta nos leva a vivenciar fatos que marcaram a vida pessoal, profissional, social e acadêmica do poeta. Silvino Olavo, até então, para mim, era apenas o nome de uma rua e da biblioteca municipal de Esperança, mas a partir de agora tenho o privilégio de saber que Silvino Olavo foi bem mais do que isso, teve participação na emancipação política de nosso município, além de suas diversas obras publicadas que trazem para a população esperancense um grande legado literário consagrado no cenário nacional.
            Em síntese, o livro de Rau percorre toda a vida ativa do poeta Silvino Olavo, por isso recomendo-o a todos que desejam viajar na história de Esperança e na vida e obra do SOL.


Gabriela Coelho

ESCOLA DOM PALMEIRA




sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Jornal "O Gilete"

O jornal “O Gilete” é um dos grandes patrimônios imateriais da cultura esperancense. O órgão que se autodenomina “humorístico e mentiroso” tem distribuição gratuita e sua primeira tiragem inicia-se ainda no Natal, indo até o final da festa da padroeira. Possui conteúdo variado que mexe com a curiosidade das pessoas. É divertido, inteligente e sagaz.
Foi idealizado por José Coêlho da Nobrega em 1937, com a participação do Dr. Sebastião Lima, Drs. Ulisses e Paulo Coêlho e Geraldo Batista. As primeiras edições traziam muitas notícias de Silvino Olavo e outros esperancenses ilustres.
Ao longo desses anos passou por diversas fases, mas sempre continuou firme. No início era impresso na gráfica de Quelezão (Antonio Batista dos Santos), mas quando este foi embora para Guarabira o professor foi rodar o jornal em Campina Grande. 
Com a morte do professor José Coêlho em 1986 quem assumiu a redação foi sua filha Vitória Régia. “Eu e Arnaldo Bezerra ficamos fazendo no mimeografo. As piadas nós inventávamos, procurávamos uma coisa, encaixávamos outra sempre ligada com as pessoas da cidade”, disse a ativista cultural.
Em 1994 o folhetim trouxe ilustrações de Erasmo Santiago e uma bela poesia de capa, que reproduzimos a seguir:

“Saudade é como a tristeza
De uma noite de luar;
Tem sempre muita beleza
Mas faz a gente chorar!”.

Hoje além de Vitória o periódico tem a colaboração de Josíelton Alves da Silva, um jovem brilhante e dinâmico, e vem sendo impresso na copiadora União.
O “Gilete” foi e continua sendo a grande sensação das festas de final de ano. Muitas pessoas esperam a sua publicação com as notícias curiosas e as invencionices dos repórteres culturais.

Rau Ferreira

Fonte:
-         Jornal “O Gilete”, Vitória Régia e Erasmo Santiago. Esperança/PB: 09 de janeiro de 1994;
-         Jornal “O Gilete”, Vitória Régia e Josíelton Alves. Esperança/PB: 01 de janeiro de 2010;
-         Depoimento de Vitória Régia Coêlho, em 06/01/2011.
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

MACAMBIRA NA S. SILVESTRE 2011

 
A participação de Macambira deste ano na S. Silvestre deste ano deu muito o que falar. O motivo é que o maratonista correu sem a sua companheira Querindina que se recupera de uma inflamação no nervo ciático. Mas para não fazer feio, o nosso irreverente personagem  levou a sua burrinha "Mimosa", criação de Fernando e Felipe Pajaú de Massabiele.
O esperancense fez o percurso com a sua burrinha nas costas e despertou a atenção de todos; tirou fotos e concedeu entrevistas para uma grande rede de televisão. Como sempre, além de divulgar o seu trabalho e levar o nome de Esperança para o mundo, Fernando Rocha, que interpreta o personagem, carregou uma faixa com os dizeres: "Não seja burro, proteja o meio ambiente".
Ele deve voltar na próxima semana (dia 12/01) pois aproveitou a viagem para ir até Paraty/RJ, onde todo ano acontece a FLIP e que contará mais uma vez com a sua participação em 2011.

Rau Ferreira

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Esperança ganhará polo da UFCG



            São ambiciosas as metas da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) para os próximos anos. Além da criação dois novos campi - um em Itaporanga e outro em Itabaiana -, e de um campus avançado em Campina Grande, no bairro das Malvinas, também estão sendo avaliadas a criação de 12 novos cursos de graduação e a implantação de 23 polos universitários em cidades adjacentes aos campi já existentes. No total, cerca de 3.350 novas vagas anuais.
            “Não podemos pensar de forma diferente”, defende o reitor Thompson Mariz. “Expandir a oferta de vagas no ensino superior para todas as microrregiões da Paraíba é fundamental para a redução da disparidade social que nos separa de outros estados”.
                Os polos serão instalados em cidades paraibanas adjacentes aos campi já existentes, ou a serem criados, para a oferta de, no mínimo, dois cursos de graduação, presencial ou a distância, por polo, totalizando uma oferta mínima de 2.300 vagas de ingresso.
        As cidades a serem beneficiadas serão Teixeira, Santa Luzia, Catolé do Rocha, São Bento, Coremas, Uiraúna, São João do Rio do Peixe, Triunfo, São José de Piranhas, Bonito de Santa Fé, Monteiro, Serra Branca, Taperoá, Boqueirão, Picuí, Barra de Santa Rosa, Piancó, Conceição, Princesa Isabel, Juripiranga, Pedras de Fogo, Queimadas e ESPERANÇA.

Fonte: http://www.ufcg.edu.br/

O SERROTE DOS COCOS

Um dos pontos culminantes do município de Esperança/PB é o chamado “Serrote dos Cocos”, localizado a cerca de 15 Km da sede.
O local mantém preservado parte da mata nativa da região e registra a presença de diversos animais, como tatús, preás, tiguaçus, camaleões, cobras cascavéis e pássaros como inhambus e rolinhas.
Localizado no extremo norte do município a área é bastante arisca praticando-se a agricultura de subsistência associada a criação de pequenos animais como cabras e ovelhas. As suas propriedades em geral superam o módulo rural, há escassez de água e outras dificuldades características do agreste.
Com uma altura aproximada de 635 metros ao nível do mar, serviu antigamente como posto de observação durante a chamada “Revolução de 1930” na Paraíba, em que disputavam as facções perrepistas e liberais.

Rau Ferreira

-                    Livro do Município de Esperança: Unigraf, 1985 – p. 31 e 35;
-                    Wikipédia: Esperança, disponível em http://pt.wikipedia.org.
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HOSANA LOPES MARTINS

Nascida em João Pessoa/PB, Hosana Lopes Martins deu grandes contribuições à educação esperancense. Embora não seja natural dessas paragens, fixou-se na cidade e durante muito tempo participou ativamente da nossa sociedade.
Chegou em Espeança por volta de 1957, onde fundou a “Escola Dom Vital” na Rua Floriano Peixoto, próximo a feira. E que depois se estabeleceu na Rua São Sebastião (1969). O sucesso foi tanto que Padre Palmeira chamou-a para dirigir a Escola Paroquial, permanecendo no cargo de 1962 à 1972, quando adota uma criança e decide morar no Rio de Janeiro.
Retorna a esta cidade onze anos depois e inaugura no dia 12 de fevereiro de 1983 o “Instituto Padre Anchieta”, que funcionava no Salão Paroquial.
“Possuía cunho autoritário, mas pertinente à Educação de seu povo” (Livro do Município, p. 46). Outra importante característica desta professora, além do seu amor pelo ensino, foi a formação de grupos teatrais.
Para o jornalista Evaldo Brasil, “suas peças, quase sempre, tinham como pano de fundo passagens bíblicas, quando mais distantes ainda tratavam na temática religiosa, como a Aparição de Na. Sra. de Fátima, trabalhando mensagens altruístas”.
Faleceu vítima de uma tombose em julho de 1985, depois de 49 anos de magistério mas “o exemplo dela ficou para quem sempre se preocupou em ensinar a juventude de sua época” (Blog SEDUC).
Uma escola de nossa cidade foi denominada em sua homenagem em vista dos relevantes serviços prestados à educação.

Rau Ferreira

Fonte:
- Livro do Município de Esperança. Ed. Unigraf: 1985, p. 46;
- Revista Comercial de Esperança, Ano V. Editor Fernando Rocha. Esperança/PB: dezembro de 2008;
- Manuscrito: Evaldo Brasil, que foi ator neste cenário (Panela de Barro, Tupiniquim, Semap etc.) e hoje tem a sala de aula como palco no teatro da vida;
- Blog SEDUC, Esperança/PB: http://seceducaesperanca.blogspot.com. Postagem: Escola Dom Palmeira (Colégio Diocesano de Esperança).
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domingo, 2 de janeiro de 2011

O JORNAL A FOLHA DESTE MÊS



A edição deste mês d'A Folha de Esperança está um primor, com textos e fotos muito relevantes e uma editoração gráfica de qualidade. Nós que fazemos o História Esperancense parabenizamos o editor deste folhetim pela arrancada para o sucesso que se dá a partir desta nova fase.
O jornal, que hoje conta com sede própria e um canal interativo (blog) é um dos grandes canais de comunicação da cidade e promete alçar vôos mais altos.
Os temas abordados são pertinentes, suas colunas são qualificadas, a parte social é bem empreendida e as notícias não se perdem ao longo do mês. Além de todos esses predicados, o número III acrescentou a confecção gráfica um excelente desenho de Felipe. Este caricaturista de grande talento abrilhantou ainda mais o periódico com sua critica apurada. Ainda não temos certeza mas acreditamos que o trabalho é obra do desenhista Filipe Pajaú, de Massabielle, ganhador nesta categoria do 3º FestCordel. Fazemos votos para que continue exibindo a sua arte n'A Folha de onde certamente partirá para os melhores noticiários do país considerando-se o seu incrível talento.
Na ilustração uma reprodução d'A Folha de Esperança, edição de janeiro de 2011.

Rau Ferreira

sábado, 1 de janeiro de 2011

CAPELINHA DE N. S. DO PERPÉTUO SOCORRO


Um dos lugares mais belos e importantes do nosso município é a “Capelinha” dedicada a Nossa Senhora do Perpétuo do Socorro. Este obelisco fica sob um imenso lagedo de pedras, localizado no bairro “Beleza dos Campos”, cuja entrada se dá pela Rua Barão do Rio Branco.
Consta que na década de 20 houve um grande surto de cólera, causando uma verdadeira pandemia. Dona Esther, esposa do Ex-prefeito Manuel Rodrigues de Oliveira, teria feito uma promessa e preconizado o fim daquele mal. Alcançada a graça, fez construir aquele símbolo de religiosidade e devoção que foi inaugurada pelo Padre José Borges.
Nele encontramos uma lápide com a inscrição que motivou a sua construção. E no seu interior um altar em alvenaria e um quadro com um jornal da época. O hino de sua evocação foi escrito por Sebastião Florentino (Basto de Tino).
Em 2008 este monumento passou por um intenso processo de restauração. O Monge Beneditino Adriano de Lima, especialista no assunto trabalhou durante 45 dias naquela obra removendo toda a pintura antiga até chegar na camada original.
Ainda foram recuperados o altar-mor e as portas da capela. Os trabalhos de recuperação coincidiram com as comemorações do centenário da paróquia.

Rau Ferreira